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Como acabar com a violência e a cracolândia?

Publicado em 31 de janeiro de 2018 | Por Alexis Fonteyne

Acabar com a violência ou a cracolândia à base de repressão armada é a mesma coisa que tentar sumir com um tomate espremendo com as mãos. Simplesmente não some e ainda vaza para tudo quanto é lado.

Para atacar esses assuntos temos que entender alguns pontos:

  • Nunca iremos erradicar 100% da criminalidade e é bom entender isto;
  • Boa parte destes criminosos ou usuários de droga são frutos deste Estado burocrático, complicado, desapropriador, gerador de desemprego, que nos tira tanto em impostos e não fornece minimamente educação fundamental de qualidade, justiça ágil, saúde e segurança;
  • Há claramente uma síndrome de Estocolmo em boa parte da sociedade carioca. Eles sentem um misto de medo e amor pelo seu algoz. Sem este sentimento haveria muito mais delações e a vida seria muito mais difícil para os criminosos;
  • O Estado ficou tão ausente, como uma corte de Luís XV, que o poder paralelo tomou conta e cobrou um “imposto extra” dos comerciantes. Eu não queria ser um comerciante no Rio.. pagar para o Estado brasileiro os impostos e mais um outro para o poder paralelo das milícias??? Como sobrevivem…? Honestamente;
  • Não dá mais para viver a base de sambinha “Deixa a vida me levar, vida leva eu..” tá levando mesmo! Para o caixão. Nós temos que tomar as rédeas da nossa vida;
  • O crime é a oportunidade disponível aos desocupados, desempregados e como disse a “brilhante” filósofa Márcia Timburi ” Tem uma certa lógica no assalto…”
  • A expectativa de vida de um criminoso do morro é de 25 anos de idade e de um drogado em crack é de 32 anos, ou alguém já viu um traficante aposentado?

 

A solução? Diminuir o tamanho do tomate

Mais oportunidades de emprego, para se ganhar a vida honestamente e ter uma expectativa de vida longa. Isto passa por educação fundamental de qualidade e profissionalizante.

Mais oportunidade de crescimento, isto passa por um ambiente propício ao empreendedorismo e meritocracia.

O Estado próximo às comunidades, garantidor de segurança, amigável, colaborador, confiável e que elimine esta síndrome de Estocolmo.

Não vou escrever mais aqui pois este texto está ficando enorme… este problema é grande mesmo e, como já disse, para termos sucesso temos que diminuir o tamanho do tomate e não “esmagar o tomate”.

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