Colapso no oligopólio da Opep em queda histórica no preço dos combustíveis e implicações para o Brasil

Publicado em 9 de março de 2020 | Alexis Fonteyne

A Organização dos Estados Exportadores de Petróleo (Opep) é um dos maiores oligopólios do mundo. Formado na década de 60 por países do oriente médio e Venezuela, através de acordo sobre os volumes de produção, os países simulam o preço da commodity que move o mundo. Hoje, detém entre seus membros 44% do petróleo produzido e acabam ancorando os preços. Pela primeira vez, em décadas, os países que detêm os maiores volumes do planeta não chegaram a um acordo, após a Rússia anunciar que não reduziria sua produção e a Arábia Saudita aumentar o volume produzido.

É o mercado operando livremente. Os preços despencaram como nunca desde 1991, desde a Guerra do Golfo. Veja o que acontece quando alguém rompe o monopólio: o preço vai lá embaixo. É só dar uma piscada para o livre mercado, em detrimento do flerte com outros players, que o sobrepreço pago pelo consumidor se desfaz. É o que está acontecendo. Imagine como seria o mundo se, sem a formação do monopólio, por quase trinta anos, tivéssemos pago algo como 30% a menos pelo petróleo do que pagamos hoje?

Se o dólar estabilizar, nós brasileiros nos beneficiaremos do preço do óleo no mundo, com a livre concorrência e a redução do preço dos combustíveis, que certamente ajudará na aceleração da economia. Para contribuir com esse cenário, é nossa missão fazer uma Reforma Tributária que converse com o mundo. Essa será uma boa oportunidade para promover geração de empregos, assim como disse nosso Ministro da Economia, Paulo Guedes.

O petróleo mais baixo minimiza a alta do dólar e segura a inflação, permitindo a manutenção de juros baixos – reduzindo o custo daquele seu financiamento, estimulando o consumo – e diminuindo o custo ao governo com a dívida pública, o que ajuda no ajuste fiscal.

É válido ressaltar ainda que além da redução de tudo que é produzido e transportado, o petróleo está presentes em todas as cadeias produtivas, principalmente na parte logística, na agricultura, no combustível dos tratores e nos caminhões que transportam os alimentos.

Se de alguma parte alguns reclamam pelo maior consumo de fósseis e o incentivo menor às fontes alternativas, como a biomassa, eólica e solar – ou mesmo fontes alternativas de fósseis, como o xisto – por outro lado, ditaduras como a Venezuela terão menor financiamento e terão seus projetos de poder prejudicados. Não à toa que queriam manter os preços controlados. O controle de preços é típico de qualquer sistema não-democrático.

Estamos vivendo um momento histórico: O LIVRE MERCADO RESPIRA! E o beneficiado é o consumidor que poderá pagar menos quando encostar na bomba de combustível, fizer compras na feira ou no supermercado.

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