Imagem retirada do Google Imagens em 18/08/2017

Apagão à Vista!

Publicado em 18 de agosto de 2017 | Por Alexis Fonteyne

A economia começa a dar sinais de recuperação e, depois de 3 anos de recessão e desgoverno e, com as reformas que foram aprovadas e que vão ser aprovadas, é inevitável que o Brasil vá crescer de forma consistente a partir de 2018.

Para variar o Brasil não se prepara para nada. O 7×1 é uma lição que não foi aprendida! Definitivamente, Deus não é brasileiro! 

Em 2018 vamos encarar os apagões, simplesmente por que não nos preparamos para a recuperação econômica.

O primeiro apagão vai ser o da mão de obra! Sim!! Mesmo com 14 milhões de desempregados, teremos apagão de mão de obra qualificada e comprometida. A culpa é desta política populista do FIES que não profissionaliza ninguém e coloca no mercado um monte de gente que o mercado de trabalho não quer. 

O Brasil precisa de educação profissionalizante, de técnicos, de prestadores de serviço. A ideia de que quem fizer uma universidade qualquer terá um emprego melhor é falsa!! Muito pelo contrário, dificulta ainda mais a contratação, pois ninguém quer contratar um cozinheiro universitário, ninguém quer contratar um garçom universitário.

O segundo apagão será o da energia elétrica! O apagão da energia elétrica é fruto da incompetência administrativa, fruto da burocracia, fruto da incapacidade.

As hidroelétrica construídas no Norte e as eólicas construídas no Nordeste simplesmente não tem linhão de transmissão para a energia chegar ao Sudeste e Sul do Brasil. 

Se o Brasil crescer a taxas superiores a 3% ao ano, o que é muito provável após tanta recessão e estagnação, vai ter sérios problemas para sustentar o crescimento.

O apagão da eletricidade, se atacado de frente e rapidamente, poderá ser resolvido em 2 a 3 anos.

O apagão da mão de obra leva mais tempo pois depende da formação de toda uma nova geração.

Temos que começar agora ou o nosso crescimento vai empacar logo na saída e ficar muito caro.

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Impactos Setoriais com a Reforma Tributária

A CCIF fez uma nota técnica em que apresenta projeções dos impactos macroeconômicos, setoriais e distributivos que a reforma tributária gerará na economia. O trabalho constrói um modelo que possui 86.628 equações e 95.205 variáveis, para simular alguns cenários com a reforma tributária. 

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O real desvalorizou mais do que o peso argentino

O real é a moeda que mais se desvalorizou em 2020. Até outubro de 2020, o real já havia perdido cerca de 30% do seu valor em relação ao final de dezembro de 2019. É claro que a pandemia influenciou nesta desvalorização, no entanto, nenhum país teve a moeda tão depreciada como a nossa, isso expôs diversas fragilidades na nossa economia e formas equivocadas que lidamos com crises.

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